Exercício

02/06/17 Musculação , Nutrição , Saúde , Treinamentos # , , , , , , , ,

4 dicas da nutrição para eliminar a gordura visceral

4 dicas da nutrição para eliminar a gordura visceral

gordura abdominal, exercício, balança, personal trainerUma das maiores dificuldades para quem quer fazer hipertrofia muscular e definir o “shape” é a alimentação. Muitas pessoas confundem emagrecimento com redução da massa gorda, então, se já se exercita e segue um programa dietético, segue aqui 4 (quatro) dicas para ajudar a reduzir ao máximo essa gordura central que muita gente reclama:

1 – Se não está conseguindo ganhar peso, a sugestão é comer mais carboidratos e proteínas em duas de suas refeições diárias.

2 – Se você está ganhando peso, mas em gordura. Retire os carboidratos de suas duas últimas refeições do dia, exceto a refeição do pós-treino, pois logo após o treinamento, a recomendação é comer carboidratos de alto índice glicêmico, pois liberam energia imediata por meio da liberação de glicose no sangue.

3 – Se está ganhando peso e perdendo massa gorda. Pode comer o dobro de carboidratos e mais proteínas em todas as refeições.

4 – Às vezes acontece de determinada quantidade de carboidratos e proteínas trazer os resultados estéticos que deseja, mas neste momento está ganhando gordura. Nesse caso, elimine os carboidratos das duas refeições finais do dia. Se o nível de gordura cair em 15 dias, aumente os carboidratos de novo.

A maneira de mensurar a massa gorda é por meio do exame da composição corporal com a utilização de um plicômetro, bioimpedância e perimetria de membros com a utilização da trena antropométrica, assim é possível acompanhar a progressão dos resultados de maneira mais eficaz, e determinar a periodização do programa de treinamento de acordo com a avaliação dos dados obtidos.

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31/03/16 Esporte , Musculação , Nutrição , Saúde # , ,

Vitaminas e Desempenho no treinamento físico

Vitaminas e Desempenho no treinamento físico

As vitaminas são compostos orgânicos que não fornecem energia para massa corporal. Estas desempenham funções cruciais em quase todos os processos corporais. Elas devem ser obtidas do alimento ou da suplementação dietética. Uma das principais funções é regular o metabolismo facilitando a liberação de energia e desempenham funções-chave na síntese do osso e dos demais tecidos.

As vitaminas do complexo B atuam como coenzimas que regulam as reações que produzem energia durante o catabolismo dos carboidratos, lipídeos e proteínas. Também contribuem para síntese da hemoglobina e a produção de hemácias. Sabendo-se disso, havia a crença de que o uso de suplementos vitamínicos além dos níveis recomendados era o melhor a se fazer, o que levou muitos técnicos e cientistas a aconselharem seu uso exacerbado. Contudo, a maioria esmagadora dos nutricionistas e achados de pesquisas não concorda com esta abordagem para os indivíduos que consomem uma dieta adequada. Sabe-se que ingestão correta de das vitaminas A, C e E, assim como a pró-vitamina beta-caroteno, desempenham funções protetoras como antioxidantes. Uma dieta apropriada desses micronutrientes pode reduzir o dano induzido por radicais livres (estresse oxidativo) e pode oferecer proteção contra doença cardíaca e alguns tipos de câncer.

A suplementação com vitamina B6 em determinado estudo, por exemplo, não beneficiava a mistura metabólica metabolizada por mulheres durante o exercício aeróbico de alta intensidade. Outro estudo mostrou que para homens treinados em endurance, 9 dias de suplementação com vitamina B6 (20mg por dia) não proporcionavam qualquer efeito ergogênico ao pedalar até a exaustão com 71% da capacidade aeróbica.

Em geral, o estado dos atletas em relação em relação a esta vitamina iguala os padrões de referência para a população. Outrossim, A suplementação vitamínica acima da quantidade dietética recomendada, não aprimora o desempenho nos exercícios nem o potencial para realizar um treinamento físico de alta intensidade. Além disso, as vitaminas lipossolúveis em excesso acumulam-se nos tecidos corporais e podem aumentar ate alcançar concentrações tóxicas. Portanto, estas não podem ser consumidas em excesso sem supervisão médica.

Referência Bibliográfica:

MCARDLE, Willian D., KATCH, Frank I., KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício. Energia, Nutrição e Desempenho Humano. 6 ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2011.

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07/03/14 Musculação , Notícias , Saúde , Treinamentos # , , ,

Treinamento Personalizado e as mudanças de atitude em Atividade Física e saúde.

Treinamento Personalizado e as mudanças de atitude em Atividade Física e saúde.

THE EFFECTIVENESS OF PERSONAL TRAINING ON
CHANGING ATTITUDES TOWARDS PHYSICAL ACTIVITY

(A eficácia do Personal Trainer na mudança de atitudes para prática de atividade física)

Os resultados deste estudo de 2003 mostraram que o exercício físico feito com acompanhamento do Personal Trainer é eficaz para mudança de atitudes quanto a manutenção da prática de exercícios físicos e que técnicas de resolução de problemas como a apresentação conceitual dos benefícios do exercício, que podemos chamar de educação em saúde. Contribuem para a mudança de atitudes quanto a ação de começar e se manter na prática de atividades físicas.

Veja mais em:
http://tutelasalute.info/pdf/PersonalTrainers/4.pdf

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31/07/13 Saúde , Treinamentos # , ,

Obesidade e Exercício Físico

Obesidade e Exercício Físico

Algumas pessoas tem me questionado sobre suas limitações quanto a prática de exercícios físicos para obesos e quem é obeso, afirmando que é impossível indivíduos com grande massa corporal fazer exercícios. Sendo assim, respondo que é possível desde que observadas as características peculiares deste individuo e os fatores limitantes que irão determinar a modalidade, o volume e a intensidade do treinamento de acordo com a avaliação médica e funcional feita por um Médico e um profissional de Educação Física respectivamente. No que tange a prática de exercícios físicos, (CIOLAC et al.) sugerem o seguinte:

A prática regular de atividade física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no mundo, como o American College of Sports Medicine, Disease Control and Prevention, a American Heart Association, o National Institutes of Health, o US Surgeon General, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, entre outras. Estudos epidemiológicos têm demonstrado relação direta entre inatividade física e a presença de múltiplos fatores de risco como os encontrados na síndrome metabólica. Entretanto, tem sido demonstrado que a prática regular de exercício físico apresenta efeitos benéficos na prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade. Com isso, o condicionamento físico deve ser estimulado para todos, pessoas saudáveis e com múltiplos fatores de risco, desde que sejam capazes de participar de um programa de treinamento físico. Assim como a terapêutica clínica cuida de manter a função dos órgãos, a atividade física promove adaptações fisiológicas favoráveis, resultando em melhora da qualidade de vida. (CIOLAC et al, 2004).

Portanto, não só obesos, mas qualquer pessoa com outros fatores de risco ou problemas de saúde. Segundo Castro e Araújo (2000), em alguns casos patológicos de acordo com o nível do paciente, é necessário a prática de exercícios sob supervisão médica como o caso de cardiopatas.

De acordo com o National Institutes of Health (NIH, 1998), são considerados obesos, as pessoas que aumentam o tecido adiposo numa quantidade capaz de afetar a saúde física e psicológico. Destarte, Embora, a visibilidade nos casos de obesidade seja mais comum, depreende-se com isto que não é necessário estar visível a massa gorda, mas ter uma quantidade de gordura considerável para obesidade conforme os parâmetros para sexo e idade da pessoa ou outros valores indicativos de massa corpórea como IMC, e outros métodos mais fidedignos para mensurar a massa corporal como a DEXA, Ressonância Magnética e Ecografia.

DE CASTRO, C.L.B; DE ARAÚJO, C.G.S. Princípios da prescrição do exercício físico e critérios para realização sob supervisão médica. Rev SOCERJ Vol XIII, Rio de Janeiro, 2000. 4:42-44.
CIOLAC, G.E; GUIMARÃES, G.V. Exercício físico e síndrome metabólica. Rev Bras Med Esporte Vol. 10, São Paulo, 2004, 4:319-324.
NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH. Clinical Guidelines on the Identification, Evaluation, and Treatment of Overweight and Obesity in Adults. 1998.

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16/05/11 Saúde , Treinamentos #

1º Simpósio de Neurociência do Exercício.

Os efeitos do exercício físico na saúde física e menta serão discutidos em palestras de alto nível neste simpósio. Inscrições gratuitas! Maiores Informações no blog: http://www.labnex.blogspot.com

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